A novidade surgiu em 2009, nos Estados Unidos. Desde então, vem crescendo gradativamente e ganhando o mercado internacional, tanto no número de produtores quanto de países a entrarem na onda. Até chegar ao Brasil no ano passado,  quando a vinícola artesanal Giaretta, em Guaporé, na Serra Gaúcha, lançou seus espumantes enlatados.

A ideia de produzir vinhos em lata é atingir o público mais jovem, de 21 a 35 anos, que na sua maioria ainda considera a bebida elitista, para pessoas mais velhas ou ocasiões especiais.  Leve e fácil de transportar, a embalagem é inquebrável, hermética, fácil de abrir, mais barata, gela mais rápido e à prova de luz, o que garante proteção ao sabor e aroma da bebida — ou seja: tem tudo para pegar por aqui!

Perfeito para eventos de rua, piqueniques e praias, a maioria dos vinhos enlatados é simples, fresca, fácil de beber e barata — uma lata de 250 ml, nos Estados Unidos, custa, em média, 5 dólares.

A versão nacional, OvniH – Objeto Vinífero Não Identificado, vem em rês versões: branco, rosé brut e moscatel, esse último mais adocicado. Parceria da AVR (Águas vão rolar) com os cervejeiros Micael Eckert e Rafael Rodrigues, são leves, refrescantes e tem rótulos bem moderninhos. Cada lata custa R$ 11,90 no site da vinícola.

Fonte: Marie Claire/ Foto: Divulgação

 

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