15 candidatas disputam na noite deste sábado, dia 10, o título de Rainha e Princesas da 14ª Festa Nacional da Vindima, que ocorre de 14 de fevereiro a 1º de março de 2020, com o tema “ A Festa de Todas as Mãos”. As embaixatrizes participaram nos últimos três meses de diversas atividades do pré-concurso, com palestras, cursos, visitas e aulas de história e cultura.

Durante a noite sete jurados vão ter a responsabilidade de escolher as soberanas que representam a beleza, a cultura e a tradição de Flores da Cunha, cidade maior produtora de vinhos e uvas do país. Lembrando que as vencedoras, além das coroas da festa, vão receber diversos prêmios, entre eles, um vale viagem no valor R$ 7 mil, além de outros mimos que vão ser oferecidos pelos patrocinadores. Também três jurados vão escolher duas torcidas, a mais organizada e mais animada, cada uma vai levar o prêmio de R$ 700, troféu e vale vinho. No intervalo terá show com a banda florense Magicoz.

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DOS JURADOS
Lembrando que os jurados vão avaliar as candidatas em três principais critérios: avaliação cultural que representa 40% (conhecimentos Gerais, conhecimentos específicos e desenvoltura); desfile que representa 50% (beleza, simpatia, empatia com o público, postura, elegância, passarela e desenvoltura), além de 10% da Comissão Social (assiduidade, pontualidade, comprometimento, participação, respeito as normas de etiqueta, simplicidade e controle emocional). Também vai ocorrer a premiação para as torcidas, a mais organizada e mais animada, cada uma levará o prêmio de R$ 700, troféu e vale vinho.

VESTIDOS – TRAJES PADRONIZADOS
Todas as candidatas vão utilizar o mesmo vestido, sendo o diferencial as cores, com cinco opções: azul petróleo; verde; uva; marsala e salmão ( cada cor será utilizada por 3 candidatas). A responsável pela criação e confecção dos vestidos é a estilista florense Juliana Lazzari. A vestimenta, inspirada nas antigas vindimeiras, remete a costumes e artes trazidas e eternizadas pelos colonizadores italianos. A pesquisa da estilista também foi baseada no livro Figurinos de Vindima, da autora caxiense Véra Stedile Zattera. A saia ampla e barrada e as mangas largas são características do traje. O zibeline é o tecido base do vestido, que também contém veludo italiano, plissado, renda e aplicações. Os lenços de pescoço, utilizados pelas imigrantes, são representados pela gola de renda que, juntamente com a manga, fazem alusão aos trabalhos manuais como o crochê e o frivolité. O xadrez, que compõe a barra da saia, remete ao trançado das vimes que empalham os garrafões e ao artesanato. O corselete, usado tradicionalmente com camisa branca, ganha uma versão com cinto largo de veludo e aplicação de renda dourada. Companheiro das ‘mammas’ italianas, o avental em tela traz bordados manuais em formato de uva. “O modelo é igual, mas cada uma vai dar a sua cara para o traje”, valoriza a estilista, referindo-se ao momento do desfile. As cores escolhidas também fazem referência à simbologia proposta pelo traje. O azul petróleo relembra a travessia dos imigrantes da Itália para o Brasil e retrata o oceano que separa os continentes Europeu e Americano. A riqueza da natureza caracteriza-se pelo verde, que expressa crescimento, frescor e fertilidade. A tonalidade uva representa o fruto tão celebrado na festa. Já a cor marsala corresponde ao vinho e, a salmão, aos espumantes.

Fonte: Assessoria de Imprensa / Foto: Divulgação

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