Foto: Bloco Arco Íris/Crédito Carlos Henz/Divulgação
Foto: Bloco Arco Íris/Crédito Carlos Henz/Divulgação

Depois do cancelamento por falta de apoiadores em 2025, o Bloco Arco-Íris retorna ao Carnaval de Caxias do Sul para reafirmar o orgulho de viver na diversidade. A folia será no próximo domingo, dia 8 de fevereiro, com concentração às 17h, na Praça João Pessoa, no cruzamento da Avenida Júlio de Castilhos com a Rua Feijó Júnior, em São Pelegrino. O evento é gratuito e promete reunir o público LGBTQIA+, pessoas com deficiência, mulheres, idosos e todos que queiram festejar com respeito às diferenças.

Nesta edição, o bloco retoma o formato de cortejo, com caminhada dos foliões pela Avenida Júlio de Castilhos, por volta das 19h, até a Praça Dante Alighieri, onde segue até as 22h. A festa será conduzida pela bateria da Escola de Samba São Vicente. “O Bloco Arco-Íris é identidade, inclusão social e celebração da diversidade. Entendemos a cultura como ferramenta de transformação, de visibilidade que pulsa no ritmo do samba”, ressalta Cleo Araújo, idealizadora do bloco.

Bloco Arco-Íris 2026 é uma realização independente da ONG Construindo Igualdade, com apoio do Fundo Positivo e de Artezanalle Arte LGBTQIA+.

Serviço

:: O que: Bloco Arco-Íris 2026.
:: Quando: 8 de fevereiro (domingo), das 17h às 22h.
:: Onde: concentração na Praça João Pessoa, em São Pelegrino, às 16h; cortejo pela Avenida Júlio de Castilhos, às 19h; dispersão na Praça Dante Alighieri, às 22h.
:: Quanto: entrada gratuita.

Sobre a ONG
A ONG Construindo Igualdade é uma entidade sem fins lucrativos de Caxias do Sul (RS) que iniciou suas atividades em 2003, a partir da necessidade de organização da comunidade LGBTQIA+. Dirigida por uma comissão de pessoas LGBTs, tem como missão combater qualquer tipo de discriminação e violação de direitos humanos em função da orientação sexual ou identidade de gênero, atuando para garantir o direito à cidadania plena e à livre expressão. Possui um histórico de atuação com pessoas em situação de vulnerabilidade, mulheres vítimas de violência doméstica e pessoas convivendo com HIV e AIDS, por meio de ações de assistência social, advocacia, educação, cultura e acolhimento.